Tranquilo como um grilo
Esse vazio que encontra-se há muitos anos entre a sociedade e o Estado, foi ocupado pelo trágico. E dever do Estado dar segurança, saúde. Educação....
Por ser omisso e deixando esses indivíduos a margem, reclusos em seus quetos, agora enfrentam uma situação irreversível. Extinto por lá, um Estado paralelo com governadores, que governam com mão de ferro. A população em sua maioria são trabalhadores honestos, tornam-se reféns desses momentos. Impedindo-os de levarem seus filhos as escolas, de saírem para trabalhar e até mesmo de procurar um hospital para uma internação. Quando isso acontece, a policia é obrigada a levar a ordem numa dessas operações de guerra, é óbvio que haverá confronto armado e quando acontece e sempre acontecendo, com baixas fatais de ambos lados.
Quando em traficante é atingido e vem a falecer, logo em seguida aparecem membros dos Direitos Humanos, alegando que foram executados sem piedade. Os policiais morrem nos defendendo? Não aparece um desses membros, para confortarem seus familiares, seus filhos órfãos, suas viúvas etc... Direitos humanos, para humanos, não para quem esquarteja com requintes de crueldade um ser humano. Esses indivíduos são monstros e, não existe direitos monstruosos.
O ouvidor da Secretaria Especial de Direitos Humanos Pedro Montenegro, parece que nunca esteve em tribunal para ouvir os relatos desses criminosos, com seu ar de cinismo e deboche, contando descaradamente como torturar até a morte seu desafeto, como no caso do jornalista Tim Lopes, Jamais ouviu o choro dessa viúva, mem o olhar perdido de seus filhos.
O grande e extraordinário José Mariano Beltrame Secretário de Segurança Publica do Estado do Rio de Janeiro. O único homem que tem dado respostas a altura para esses criminosos.
Delegado de Policia Federal, ex Superintedente de PF, usa com sagacidade a sua única arma, inteligência. Para combater esses vermes, que usam como escudos, humanos os trabalhadores dessas comunidades, atirando e tirando a vida dessas pessoas de bem, culpando os policiais contra a sociedade.
O sub-procurador geral de justiça de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual, Leonardo Chaves, alegando ele que houve execuções sumarias e arbitrarias (sem chance de defesa) nas megas operações realizadas no Rio de Janeiro. Junto com o secretário especial de Direitos Humanos da Presidência da República Paulo Vannuchi, que deu parecer favorável, dizendo que as ações policiais no Rio foram caracterizadas de chacina.
Adora aparece um tal de philip Alston, relator da Organização das Nações Unidas, que vive em outro mundo e desconhece a nossa realidade, querendo acompanhar os inquéritos junto com Sandra Carvalho diretora executiva da ONG Justiça global, uma das organizadoras da visita do mesmo. Certa vez, José Mariano Beltrame disse numa entrevista, que sonhava que um dia pudesse subir um morro, e pedir educadamente aos marginais, que devolvessem, suas armas, essa ação é utópica.
Esses indivíduos que dizem ser os Direitos Humanos, tinha de Subir nesses morros controlados por facções para serem torturados até a morte, por que esses vermes não poupam ninguém, eles alegam que os bandidos mortos, não tiveram direito de defesa. Se tivessem, será que esses Direitos humanos estariam consolando as viúvas e órfãos dos policiais mortos? Claro que não.
E se esses vermes, torturam até a morte um dos seus entes queridos, ficariam eles a favor do traficante?
Qual seria suas respostas? Permaneceriam nos Direitos Humanos ou, tentariam uma reação contra esses vermes?
Enquanto isso, nos que pagamos impostos e somos reféns desses vermes, estamos tranqüilo como um grilo. Onde já se viu um Grilo tanquilo?
Como Diz um velho ditado popular:
“Pimenta nos olhos dos outros é refresco”
Alessandro Barreto.

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